
Garimpado de: Irmãos Brain
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
100 atitudes que tomarei quando dominar o mundo.
(Eu tinha recebido isso por email há muito tempo atraz... heue tava procurando à um tempão... portanto... God Bless Cardoso for that! heueheuhe)
1. Minhas Legiões do Terror terão capacetes com visores de acrílico, e não placas tampando o campo de visão.
2. Meus dutos de ventilação serão pequenos demais para alguém rastejar por eles.
3. Meu nobre meio irmão, do qual usurpei o trono, será morto, não mantido anônimo em uma cela esquecida em minha masmorra.
4. Fuzilamento não é bom demais para meus inimigos.
5. O Artefato que é a fonte de meu poder não será mantido na Montanha do Desespero, além do Rio de Fogo guardado pelos Dragões da Eternidade. Será mantido em uma caixa forte convencional. Isso também se aplica ao objeto que é minha única fraqueza.
6. Não irei me gabar da situação de meus inimigos antes de matá los.
7. Depois de raptar a linda princesa, iremos nos casar imediatamente em uma discreta cerimônia civil, não um espetáculo de três semanas de duração durante as quais a fase final de meu plano será implementado.
8. Não incluirei um mecanismo de autodestruição a não ser que seja absolutamente necessário. Se o for, não será um grande botão vermelho escrito “Perigo, não aperte”. O grande botão vermelho “Não Aperte” irá disparar uma saraivada de balas em qualquer um estúpido o bastante para apertá lo. Ao mesmo tempo, botões “LIGA/DESLIGA” não serão claramente indicados em meus painéis.
9. Não levarei meus inimigos para interrogatório no centro de meu castelo. Um pequeno hotel, na periferia de meu Reino servirá perfeitamente.
10. Serei seguro de minha superioridade. Assim, não sentirei necessidade de prová la, deixando pistas na forma de charadas ou permitindo que meus inimigos mais fracos permaneçam vivos, para mostrar que não representam ameaça para mim.
11. Um de meus conselheiros será uma criança de cinco anos. Qualquer falha em meus planos que ela seja capaz de detectar será corrigida antes da implementação.
12. Todos os inimigos mortos serão cremados. Os corpos levarão repetidos tiros de munição de grosso calibre. Ninguém será deixado para morrer no fundo de um penhasco. O anúncio de suas mortes, bem como a respectiva celebração do evento, serão adiados até depois dos procedimentos acima mencionados.
13. O herói não terá direito a um último beijo, último cigarro ou qualquer tipo de último pedido.
14. Nunca usarei nenhum dispositivo com um contador digital. Se achar que tal dispositivo é essencial, o marcarei para ativação quando o contador chegar em 117 e o herói estiver começando a pensar em um plano para desativá lo.
15. Nunca usarei a frase “Antes de matá lo, há uma coisa que desejo saber”.
16. Quando empregar pessoas como conselheiros, ocasionalmente irei escutar seus conselhos.
17. Se um jovem e atraente casal entra em meu Reino, irei monitorar cuidadosamente suas atividades. Se descobrir que são felizes e apaixonados, os ignorarei. Entretanto, se as circunstâncias os forçaram a ficar juntos, contra sua vontade, e se passam todo o tempo implicando e criticando um ao outro exceto em ocasiões quando estão salvando a vida um do outro, momento em que há toques de tensão sexual no ar, ordenarei imediatamente sua execução.
18. Não irei ter um filho. Apesar de suas risíveis e mal planejadas tentativas de usurpar meu podem sempre falharem, isso pode se tornar uma distração fatal em um período crucial.
19. Não terei uma filha. Ela iria ser tão bonita quando má, mas uma simples olhada para a expressão no rosto do herói e ela irá trair o próprio pai.
20. Apesar de ser uma forma comprovada de aliviar o stress, não irei soltar risadas maníacas. Com essas risadas, quando ocupado, é muito fácil deixar de perceber pequenas nuances e acontecimentos que um indivíduo mais atento pode identificar e responder a altura.
21. Irei contratar um estilista talentoso para criar uniformes originais para minhas Legiões do Terror, ao contrário de certos modelos baratos que os fazem parecer tropas nazistas, legiões romanas ou hordas de selvagens mongóis. Todos foram eventualmente derrotados e quero que minhas tropas tenham uma inspiração moral mais positiva.
22. Não importa o quão tentador seja a perspectiva de poder ilimitado, não irei absorver qualquer campo de energia maior que minha cabeça.
23. Irei manter um estoque especial de armas de baixa tecnologia e treinar minhas tropas em seu uso. Assim, mesmo que os heróis consigam destruir meu gerador de energia e/ou desativar as armas de energia padrão, minhas tropas não serão sobrepujadas por um bando de selvagens armados com lanças e pedras.
24. Irei manter uma estimativa realista de minhas forças e fraquezas. Mesmo que isso tire parte da diversão do trabalho, pelo menos nunca irei dizer a frase ‘Não, não pode ser! EU SOU INVENCÍVEL!!!” (após a qual, normalmente a morte é instantânea.)
25. Não importa o quão bem funcione. Jamais irei construir qualquer tipo de equipamento que seja completamente indestrutível exceto por um pequeno e virtualmente inacessível ponto vulnerável.
26. Não importa o quão atraentes certos membros da rebelião podem ser. Provavelmente em algum lugar há alguém igualmente atraente que não está tentando desesperadamente me matar. Assim, pensarei duas vezes antes de ordenar que uma prisioneira seja levada a meus aposentos.
27. Nunca construirei uma única unidade de nada importante. Todos os sistemas essenciais terão painéis de controles e fontes de força redundantes. Pela mesma razão, sempre carregarei pelos menos duas armas carregadas, todo o tempo.
28. Meu monstro de estimação será mantido em uma jaula bem segura, da qual ele não poderá escapar e na qual não poderei cair por acidente.
29. Irei me vestir com cores claras e alegres, isso deixará meus inimigos confusos.
30. Todos os magos incompetentes, escudeiros, bardos sem talento e ladrões covardes em meu Reino serão executados. Meus inimigos certamente desistirão e abandonarão sua cruzada se não tiverem um parceiro cômico ao lado.
31. Todas as camponesas ingênuas e peitudas que servem bebidas em tabernas serão trocadas por garçonetes experientes e profissionais, que não irão dar apoio ao herói ou servir de par romântico para seu ajudante.
32. Não terei um ataque de fúria e matarei o mensageiro que me trouxe más notícias só para mostrar o quão mal realmente sou. Bons mensageiros são difíceis de achar.
33. Não exigirei que as mulheres em postos de comando em minha organização usem tops de aço inoxidável. A moral da tropa fica bem melhor com um código de vestimenta mais casual. Ao mesmo tempo, roupas feitas inteiramente de couro serão reservadas para ocasiões formais.
34. Nunca vou me transformar em uma cobra. Isso nunca funciona.
35. Não irei deixar crescer um cavanhaque. Nos velhos tempos fazia com que você parecesse diabólico, hoje o torna um membro frustrado da Geração X.
36. Não irei prender membros do mesmo grupo no mesmo bloco da masmorra. Muito menos na mesma cela. Se são prisioneiros importantes, irei manter a única chave da cela comigo, ao invés de deixar uma cópia com cada guarda do destacamento da prisão.
37. Quando meu tenente de confiança disser que minhas legiões do Terror estão perdendo uma batalha, eu acreditarei nele. Afinal, ele é meu tenente de confiança.
38. Se um inimigo que acabei de matar tem irmãos ou filhos em algum lugar, irei encontrá los e executá los imediatamente, ao invés de esperar que cresçam nutrindo sentimentos de vingança contra mim.
39. Se eu não tiver escapatória a não ser me envolver em uma batalha, certamente não liderarei na frente de minhas Legiões do Terror, nem irei procurar o líder adversário entre o exército inimigo.
40. Não irei ser cavalheiresco ou bom esportista. Se possuir uma super arma contra a qual não há defesa, a usarei assim que for possível, ao invés de mantê-la guardada.
41. Assim que meu poder estiver estabelecido, irei destruir todos aqueles inconvenientes dispositivos de viagem no tempo.
42. Quando capturar o herói, terei certeza de também capturar seu cachorro, macaco, furão ou qualquer outro bichinho bonitinho de dar nojo, capaz de desamarrar cordas e roubar chaves, que por acaso ele tenha como mascote.
43. Irei manter uma saudável dose de ceticismo quando capturar a linda rebelde e ela disser que está atraída por meu poder e boa aparência, e alegremente trairá seus companheiros se eu deixá la tomar parte em meus planos.
44. Só irei contratar caçadores de recompensa que trabalhem por dinheiro. Aqueles que trabalham por prazer tendem a fazer coisas tolas como equilibrar as chances, para dar ao outro cara uma disputa justa.
45. Terei um claro entendimento sobre quem é responsável pelo que em minha organização. Por exemplo, se meu general fracassou, não irei sacar minha arma, apontar para ele, dizer ‘e este é o preço do fracasso’ então subitamente apontar e matar um subalterno qualquer.
46. Quando um conselheiro disser “Meu Lorde, ele é somente um homem. O que apenas um homem pode fazer?” Eu responderei: “Isso!” e matarei o conselheiro.
47. Se descobrir que algum fedelho começou uma cruzada para me destruir, irei chaciná lo enquanto ele ainda é um fedelho, ao invés de esperar que cresça e se torne um adulto.
48. Tratarei qualquer monstro que eu venha a controlar através de mágica ou tecnologia com respeito e ternura. Assim, se perder o controle sobre ele, não virá imediatamente atrás de mim por vingança.
49. Se descobrir a localização aproximada do único artefato que pode me destruir, não irei mandar todas as minhas tropas para recuperá lo. Ao contrário, mandarei as tropas atrás de alguma outra coisa, e discretamente colocarei um anúncio de ‘procura se, gratifica se bem’, em um jornal local.
50. Meus computadores principais terão seu próprio sistema operacional, que será totalmente incompatível com IBM PCs ou Macs.
51. Se um dos guardas de minha masmorra começar a esboçar preocupação com as condições na cela da linda princesa, ele será imediatamente transferido para uma função com menos envolvimento com pessoas.
52. Irei contratar um time de arquitetos e pesquisadores de alto nível para examinar meu castelo e me informar de quaisquer passagens secretas e túneis abandonados que eu não tenha conhecimento.
53. Se a linda princesa que capturei disser “Nunca irei me casar com você! Nunca! Está ouvindo? Nunca!” eu direi: “Tudo bem.” E a executarei.
54. Não farei uma barganha com uma criatura demoníaca e depois tentarei desfazê la apenas porque me senti com vontade.
55. Os mutantes deformados e malucos psicóticos terão seu lugar em minhas Legiões do Terror. Entretanto antes de mandá los em uma importante missão secreta que demande tato e sutileza, verificarei se há alguém mais igualmente qualificado, e que atraia menos atenção.
56. Minhas Legiões do Terror serão treinadas em tiro básico. Qualquer um que não consiga aprender a acertar algo do tamanho de um homem a 10 metros de distância, será usado como alvo.
57. Antes de utilizar qualquer tipo de artefato ou máquina capturada, irei ler cuidadosamente o manual de instruções.
58. Se for necessário fugir, não irei parar para fazer uma pose dramática e dizer uma frase profunda.
59. Nunca irei construir um computador inteligente que seja mais esperto do que eu.
60. Pedirei a meu conselheiro de cinco anos de idade que tente decifrar qualquer código que eu estiver pensando em adotar. Se ele o decifrar em menos de 30 segundos, não será usado. Nota: Isso também se aplica a passwords.
61. Se meus conselheiros perguntarem “Por que está arriscando tudo nesse plano louco?” Não irei prosseguir até ter uma resposta que os satisfaça.
62. Irei projetar os corredores de minha fortaleza para que não haja alcovas ou suportes estruturais protuberantes que possam ser usados como abrigo por intrusos durante um tiroteio.
63. Lixo será eliminado em incineradores, não compactadores. E eles serão mantidos acesos, sem aquele nonsense de chamas que se ativam através de túneis de acesso, em intervalos previsíveis.
64. Irei me consultar com um psiquiatra e me curar de todas as estranhas fobias e bizarros hábitos compulsivos que possam se mostrar uma desvantagem.
65. Se for obrigatório que existam terminais de computador de acesso público, os mapas que mostram meu complexo terão uma sala claramente marcada como Sala de Controle Central. Essa sala será a Câmara de Execução. A sala de controle central de verdade estará indicada como Câmara de Contenção de Transbordamento do Esgoto.
66. Meu teclado de segurança na verdade será um scanner de impressões digitais. Qualquer um que observe um usuário digitar seu código e consequentemente tente digitar a mesma sequência irá ativar o alarme central.
67. Não importa quantos curtos circuitos há no sistema, meus guardas serão instruídos a tratar cada câmera de segurança com defeito como caso de emergência total.
68. Pouparei a vida de alguém que tenha me salvado no passado. Isso só é razoável se estimular outros a fazê lo. Entretanto a oferta só é válida uma única vez. Se querem que os poupe novamente, é melhor que salvem minha vida mais uma vez.
69. Todas as parteiras serão banidas de meu reino. Os bebês nascerão em hospital supervisionados pelo Estado. Órfãos serão colocados em lares adotivos, não abandonados na floresta para serem criados por criaturas selvagens.
70. Quando meus guardas se separarem para procura por intrusos, eles sempre andarão em grupos de pelo menos dois. Serão treinados para que se um desaparecer misteriosamente no meio da patrulha, o outro iniciará imediatamente um alerta e chamará por reforços, ao invés de ficar procurando o colega pelas esquinas.
71. Se eu decidir testar a lealdade de um assistente, para descobrir se ele pode ser promovido a homem de confiança, terei um grupo de atiradores de elite por perto, caso a resposta seja não.
72. Se todos os heróis estão ao lado de um mecanismo esquisito e me desafiando, usarei uma arma convencional, ao invés de disparar minha super arma invencível contra eles.
73. Não concordarei em deixar os heróis partirem livres, se vencerem uma competição, mesmo que meus conselheiros digam que está tudo arranjado e que é impossível para eles ganhar.
74. Quando criar uma apresentação multimídia de meu plano, feita para que meu conselheiro de cinco anos de idade possa facilmente entender os detalhes, não irei chamar o disco de “Projeto Overlord” e deixá lo solto em minha mesa.
75. Irei instruir minhas Legiões do Terror para atacar o herói em massa, ao invés de ficarem em volta dele esperando enquanto um ou dois atacam de cada vez.
76. Se o herói correr para meu telhado, não irei atrás dele em uma tentativa de atirá lo do alto. Também não lutarei com ele na beira de um despenhadeiro. (No meio de uma ponte de cordas sobre um rio de lava derretida não vale nem a pena considerar.)
77. Se tiver um surto de insanidade e decidir oferecer ao herói a chance de rejeitar um emprego como meu Braço Direito, irei reter sanidade o suficiente para esperar que meu atual Braço Direito saia da sala antes de fazer a oferta.
78. Não direi para minhas Legiões do Terror “E ele deve ser trazido vivo!”. A ordem será: “E tentem trazê lo vivo se for razoavelmente viável”.
79. Se acontecer de minha máquina do Juízo Final possuir um botão de reversão, assim que tiver sido usada irei derretê la e cunhar uma edição especial limitada de moedas comemorativas.
80. Se minhas tropas mais fracas falharem na tentativa de eliminar o heróis, mandarei minhas melhores tropas, ao invés de perder tempo mandando tropas progressivamente mais fortes, a medida em que ele se aproxima de minha fortaleza.
81. Quando lutar com o herói no alto de uma plataforma em movimento, o tiver desarmado, e estiver a ponto de acabar com sua vida, e ele olhar para algo atrás de mim e se jogar no chão, me jogarei imediatamente no chão também, ao invés de fazer uma expressão inquisitiva e olhar para trás para ver o que ele viu.
82. Não irei atirar em nenhum de meus inimigos se eles estiveram de pé em frente a um suporte crucial de uma estrutura pesada, perigosa e precariamente equilibrada.
83. Se estiver jantando com o herói, colocar veneno em sua taça, e subitamente tiver que sair da sala por alguma razão, pedirei novos drinques para nós, ao invés de tentar decidir se ele trocou ou não os copos.
84. Não deixarei que prisioneiros de um sexo sejam vigiados por membros do sexo oposto.
85. Não implementarei nenhum plano cujo passo final sejam horrivelmente complicado, como “alinhe as 12 Pedras do Poder no altar sagrado então ative o medalhão no momento do eclipse total”. Ao invés disso, meu plano será ativado com a frase “aperte o botão”.
86. Terei certeza de que minha Máquina do Juízo Final está devidamente dentro das regras de instalação, e corretamente aterrada.
87. Meus tonéis de produtos químicos perigosos ficarão tampados quando fora de uso. Também não irei construir passagens e escadas sobre eles.
88. Se um grupo de subordinados falhar miseravelmente em sua missão, não lhes darei uma grande bronca por sua incompetência, e em seguida enviar o mesmo grupo para tentar de novo.
89. Depois de capturar a super arma do herói, não vou imediatamente dispensar minhas legiões e relaxar minha guarda pessoal porque acredito que qualquer um que possua a arma é invencível. Afinal, o herói tinha a arma e eu a tomei dele.
90. Não vou projetar uma Sala de Controle Central em que todos os terminais >deixem o operador de costas para a porta principal.
91. Não irei ignorar o mensageiro esbaforido e obviamente agitado até que minha cavalgada ou outro entretenimento pessoal termine. O que ele tem a dizer pode ser importante.
92. Se chegar a falar com o herói ao telefone, não irei ameaçá lo. Ao contrário, direi que sua perseverança me deu uma nova visão da futilidade de minhas ações malvadas, e que se ele me deixar em paz por alguns meses de quieta contemplação irei provavelmente voltar para o caminho do Bem. (heróis são incrivelmente fáceis de se enganar, quanto a isso).
93. Se eu decidir realizar uma execução dupla do herói e de um subordinado que tenha falhado ou me traído, farei com que o herói seja executado primeiro.
94. Quando efetuando uma prisão, meus guardas não deixarão que parem e peguem um objeto aparentemente inútil, por puro valor sentimental.
95. Minhas masmorras terão sua própria equipe médica qualificada, completa com guarda costas. Assim se um prisioneiro ficar doente e seu colega de cela disser ao guarda que é uma emergência, o guarda chamará um grupo de trauma, ao invés de abrir a cela para dar uma olhada.
96. Minhas portas serão projetadas para se que alguém destrua o painel de controle do lado de fora, a porta feche, e se destrua o painel do lado de dentro, a porta abre. Não vice versa.
97. As celas de minhas masmorras não conterão objetos com superfícies reflexivas ou nada que possa ser transformado em cordas.
98. Qualquer conjunto de dados de importância crucial será acondicionado em arquivos de 1.45Mb, para não caberem em um único disquete.
99. Quando tiver capturado meu adversário e ele disser “Olhe, antes de me matar, pelo menos me conte sobre o que você planeja fazer.” Eu direi “não” e atirarei nele. Pensando bem, vou atirar nele e depois dizer “não”.
100. Finalmente, para manter todos os meus súditos contentes e descerebrados, irei prover a cada um acesso Internet ilimitado, grátis.
Garimpado de: Contraditórium
See ya...
Publicado por Fabão às 13:59 0 comentário(s)
Em: Humor
domingo, 10 de agosto de 2008
Tribal Wars
Não, AINDA NÃO estão me pagando para escrever posts propaganda sobre outros sites, afinal, com minhas 0.5 visitas mensais ninguém reconheceu minhas habilidades ainda ... ehueheuehe, portanto este post será por pura satisfação pessoal.
O assunto de hoje é um game online que muito tem me atraído nos últimos dias. TRIBAL WARS.
Os gráficos não são assim uma revolução, porém, sendo um game de browser, eles estão dentro das expectativas. A premissa é básica, você comanda uma aldeia, que necessita de recursos (Madeira, Barro e Ferro) e deve administrá-la e fazê-la progredir, para isto defendendo-se e/ou saqueando inimigos, como também forjando alianças.
Dois, ou mais, jogadores podem fundar uma tribo, que seria um “clã” paara assim obterem ajuda mútua. Até aí, tudo que qualquer game de estratégia possui, com gráficos À lá NES e puramente online, o verdadeiro atrativo está no fato de que você pode passar o dia todo jogando, tendo na verdade gasto apenas alguns minutos dele envolvendo-se com o game. Confuso? Fabão explica.
Você loga no site, lá você pode fornecer ordens em sua aldeia, tais como, construção ou evolução de edifícios; treinamento de tropas, pesquisas de novas unidades ou ataques À aldeias vizinhas. Todos comandos de apertar botões de mouse, leva 2 minutos no máximo, feito isso você pode calcular a hora que poderá realizar mais algum comando, deslogar-se e voltar às suas atividades. Tanto suas ordens, quanto sua coleta de recursos continuará normalmente e você poderá visualizá-los na próxima vez que jogar.
Aos interessados, Estou cadastrado no mundo Sete, Região Noroeste, meu Nick é FabaoFerraz e faço parte da tribo PUNCH.
Espero ter dado uma boa dica de game
See ya...
Publicado por Fabão às 18:22 1 comentário(s)
Em: Games
sexta-feira, 25 de julho de 2008
À que Ponto Chegamos Parte II - A Revanche
Well, Well, Well...
Antes de iniciar qualquer verborragia gostaria de me retratar quanto ao meu ultimo comentário no post anterior... Pois ele ficou muito similar aos comentários dos “Politicamente Corretos” e suas hipocrisias quando dizem “A culpa não é do bandido, é da sociedade que não dá educação e bla bla bla”, então, me Corrijo.
Quando for assaltado, saiba, a culpa é do vagabundo que esta apontando a arma para sua cabeça porque assaltar é mais fácil que trabalhar, mas esta facilidade sim, é culpa Sua!
Como podem perceber, este post é seqüencial ao anterior, mais precisamente ao comentário do Hiel, hauahauh já adianto que não é de meu costume confeccionar posts respostas à comments, porém, contudo, entretanto, toda via... Em casos de comentários com argumentos embasados, sabem como eh neh... ao contrario do pica-pau que tem um diabinho e um anjinho em cada ombro, eu tenho dois diabinhos heuehuehe, que adoram uma discussão inteligente....
Então vamos à pancadaria,
Quanto à seu primeiro argumento Maicoll... Se eu estaria disposto à me sacrificar por uma sociedade melhor?
Como diria meu professor de Física do ensino médio, tudo depende do Referencial...
Nunca escondi que não pensaria duas vezes em me sacrificar por algo em que acredito... Nestas horas faço minhas as palavras pensadas pelo escritor e desenhista (e gênio) Eiichiro Oda e, imortalizadas, por um de seus mais brilhantes personagens, Dr Hiruluk: “Um homem não morre com uma bala na cabeça, nem por uma doença terminal ou por ingestão de veneno... Um Homem só morre de verdade quando é esquecido!”, agora, se você me pergunta especificamente sobre este momento da sociedade, se eu me sacrificaria durante um assalto para melhorar a sociedade? Também não escondo que deixei de creditar na raça humana faz algum tempo, logo, não acredito que um ato como este causaria algo além de uma página na tribuna, portanto a resposta é: Sim, eu me sacrificaria, mas não significa que eu subiria um morro caçar traficantes pois isto não teria objetivos!
Quanto À questão de permitir que meus entes queridos se sacrificassem também
Novamente depende de como você propõe sua pergunta, se seu significado é exatamente como se escreve, a resposta, logicamente é não. Pois uma resposta positiva iria exatamente contra aquilo que tento firmar sobre egoísmo, a questão de permitir alguém a sacrificar-se não seria uma alternativa, pois eu insistiria em ir no lugar da pessoa! Agora, se você porpõe como algo ao qual eu não teria controle, eu te digo, sim, eu teria orgulho em dizer que eu fui amigo, ou fui filho daquele cara que se sacrificou por pensar nos outros, mas, acredito que desta maneira fugimos à questão, já que ela se referiu diretamente à mim, logo, a reposta deve considerar que eu teria controle sobre a situação, neste caso a resposta é não, eu não permitiria enquanto eu estivesse vivo para tomar o lugar desta pessoa.
Ps: o caso do cachorro que você citou cai muito bem neste assunto, pois, quer melhor exemplo de alguém que se sacrificaria pelo dono que o cão?
Quanto à esta questão atingir fatores emocionais, é esta exatamente a função deste tipo de discussão, mostrar o quanto fugimos À assuntos lógicos por enfeitarmos com assuntos emocionais, mas, este é um assunto para o post sobre valores que estou programando, então fica para a próxima.
Por ultimo, porém não menos importante, corrijo seu ultimo comentário dizendo que não, não foi você quem desperdiçou um assunto de um ótimo post em um comentário de um blog que não é seu, mas sim, somos ambos quem estamos desperdiçando uma ótima discussão de mesa de bar em um blog na internet.
Heueheueh
See ya...
Publicado por Fabão às 14:44 3 comentário(s)
Em: Histórias
quinta-feira, 24 de julho de 2008
À que Ponto Chegamos?
Peço desculpas à minha Centena de leitores (que agora resumem-se à 99 bolas de feno e o Maicoll heuehueh) pela minha ausência... (okok... ta ficando meio comum eu me desculpar por não postar aqui heuehue), porém o tempo anda cada vez mais curto na vida deste que vos fala.
Masss... porém, contudo entretanto toda via... Não é este o tema do post de hoje.
Gostaria de divagar um pouco sobre um assunto que me veio à mente um dia destes... Segurança!
Certo dia estava eu vindo ao trabalho, todo feliz, alegre e contente, ouvindo meu programa jornalístico matinal na rádio (não vou citar qual, mas quem me conhece sabe que além de meus Cds ouço apenas uma única rádio), quando ouço a chamada para o próximo bloco: “Após o intervalo iremos entrevistar Fulano (tamanha a importância que ele teve que nem lembro o nome), Delegado Federal muito conceituado que dá palestras internacionais sobre segurança e bla bla bla...”, pensei “Nossa... esse vai falar algo de interessante”.
Qual a minha surpresa quando o cidadão passou seus 30 minutos de entrevista falando apenas das melhores maneira de você não reagir à um assalto e entregar tudo que trabalhou duro para conseguir ao bandido. Então me pergunto: À que ponto nos rebaixamos para que tenhamos alguém conhecido por “Autoridade no Assunto Segurança” nos “ensinando” como colaborar com os bandidos? Lógico que um pensamento como este, provindo de minha pessoa, não teria como não ser acompanhados por indagações quanto a quanto os “Direitos Humanos” realmente servem para evoluir a sociedade? Ou quanto nossas leis estão do nosso lado ou contra nós?
É um assunto que procuro nem tocar mais pela quantidade de vezes que pessoas “Politicamente Corretas” me apedrejaram por minha forma de pensar... Mas, se tivéssemos amparo legal para nos defender, e uma sociedade acostumada a pensar assim... isto não faria que, quando fosse assaltar, o ser pensasse duas vezes, pois ele correria riscos de tomar um revide? Baseado em nossas leis atuais, se você reagir e matar o desgraçado, corre o risco de ir À julgamento e preso... à que ponto chegamos?
Ok... Reagindo você corre todos os riscos do mundo de acabar morrendo... porem, este pensamento não é egoísta? Então... que sociedade é esta que nos ensina a termos o egoísmo como principio? Que cultura é esta? Os “Politicamente Corretos” não pregam aos 4 cantos do mundo que é nobre pensarmos no outro acima de nós próprios? Onde está esta nobreza quando nos impelem à não lutarmos por uma sociedade melhor pois podemos morrer? Pois, acredito eu, mesmo sob perigo de morte, se educássemos a população a não mais aceitar viver À mercê do crime, ele diminuiria como um todo, desembocando em um bem geral...
Mas não, “O Fabão é louco, suicida, desumano, internem-no!!!!! “ esta é a expressão de todos quando toco nestes assuntos.
Pos bem, deixo meu recado, não precisam acreditar no que eu acredito, porém, na próxima vez que forem assaltados, pensem bem sobre de quem é a culpa...
Passar bem...
See ya...
Publicado por Fabão às 12:53 1 comentário(s)
Em: Histórias
sábado, 12 de julho de 2008
Crítica 06 - Kung Fu Panda
“You Just Need Believe"
2008
Vozes (Inglês):
Jack Black .......... Po
Dustin Hoffman ...... Mestre Shifu
Angelina Jolie ...... Tigresa
Jackie Chan ......... Macaco
Lucy Liu ............ Serpente
David Cross ......... Garça
Seth Rogen .......... Louva-a-deus
Ian McShane ......... Tai Lung
Dan Fogler .......... Zeng
Randall Duk Kim ..... Mestre Oogway
James Hong .......... Ping
Michael Clarke Duncan .... Comandante Vachir
Animação produzida pelos estúdios DreamWorks que conta com a direção da dupla John Stevenson e Mark Osborne. Conta a história de Po, um panda desastrado e sonhador que vive e trabalha na loja de macarrão de seu pai, o ganso Ping.Com esta idéia inicial pode-se supor o bom e velho clichê de filmes de artes marciais, “garoto desajeitado e sonhador conhece um mestre que o transforma num guerreiro imbatível”. Porém, Kung Fu Panda vai além disso, o filme tem humor, profundidade, clímax, uma história envolvente e personagens carismáticos, cada um com uma personalidade bem definida.
Como já dito, o longa, trata da história de Po, que de repente passa, de um desajeitado garçom de macarrão ao pretenso “Dragão Dourado”, o guerreiro que salvaria todo seu vale da fúria do temido leopardo Tai Lung. Ao entrar de forma “não usual” em um apresentação dos “Cinco Furiosos”, os discípulos do mestre Shifu, o panda acaba sendo escolhido pelo sábio mestre Oogway para, com o treinamento de Shifu, tornar-se um hábil guerreiro e cumprir uma missão épica.
O filme traça muito bem toda esta passagem do protagonista, de rejeitado a herói, focando muito bem cada detalhe, desde a rejeição inicial de Shifu ao treinamento por achá-lo indigno, passando pela revolta de seus companheiros de treino por tê-los tomado o título pelo qual tanto treinaram, bem como, em certo momento, a descrença do próprio Pó em si mesmo, chegando à um fim épico e com uma sábia mensagem sobre superação e força de vontade.
Não que seja o melhor filme que eu tenha visto, porém, abstraindo-se do preconceito pela temática infantil adotada pela animação, trata-se de um ótimo filme, como já dito, com história, profundidade e clímax; sendo o balanço entre estes três conceitos que dá ao longa o merecido sabor de missão cumprida.
Nota do Editor (0-10): 10 (Clássico).
Trailer:
Publicado por Fabão às 09:45 1 comentário(s)
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Maldita Inclusão Digital...

(Clique na imagem para vê-la em tamanho maior)
Fonte: Jacaré Banguela
Publicado por Fabão às 19:02 0 comentário(s)
sábado, 5 de julho de 2008
Quanto à Lei Seca....
Ultimamente se têm falado muito dessa tal lei seca, recentemente aprovada no Brasil.
Para quem ainda não sabe, agora, se você for parado em uma blitz e o nível de álcool no seu sangue for qualquer coisa diferente de 0%, meu amigo, você acaba de perder seu direito de dirigir pelo período de 12 meses, sem contar a multinha de R$ 955,00.
Como todos sabem (pelo menos quem leu o post anterior), encerrei meu período letivo com uma semana e meia de vantagem do esperado, então, na sexta feira, resolvemos comemorar tomando uma cervejinha no horário de aula já que não precisávamos freqüentar a mesma. No fim das contas acabei indo de ônibus para fugir de qualquer perigo, o que me deu muito tempo para divagar sobre o assunto na volta para casa.
Digamos que somos todos inocentes aqui e ninguém ainda teve a remota imaginação de que toda esta idéia foi tomada apenas para encher os cofres do governo. Imaginem só, à pouco mais de 1 mês fiquei sabendo que nosso sábio órgão de transito simplesmente considerou que rebaixar o carro e modificá-lo ao como bem entender não implica mais em um ato fora-da-lei.
Pois bem, deixem-me expor meu ponto de vista... Pra você ser um engenheiro furreca, você já tem que estudar praticamente sua vida inteira. Agora imaginem o quanto não estudou um engenheiro que chegou ao ponto de projetar carros para essas empresa minúsculas como a Ford, Fiat, Volkswagen, etc...? É né... não deve ser pouco. Agora pensem que os caras que trabalham no marketing e no financeiro destes lugares também não devem ser pouca bosta...
Hoje em dia, o que move o mundo é nosso amiguinho dinheiro... Me digam se um carro popular rebaixado não ia vender à rodo? Ia né?, todo o povinho quer um carro rebaixado... Pois então, será que essa idéia nunca passou pela cabeça destas empresas? Então porque será que carro não vem rebaixado de fábrica? (notem que estou falando de carros populares, não de ferraris porsches e afins, já que estes possuem um projeto todo especial em relação à sua física)
Pois bem, isto acontece porque aquele mesmo pobre coitado que eu falei lá em cima, que estudou engenharia e se especializou em 5422 áreas diferentes é encarregado de levar em conta alguns fatores sem importância, tipo segurança, estabilidade, sabe essas coisas que não contam pra nada no transito...
Aí eu concluo, o cara leva a vida inteira estudando física, aerodinâmica, e o caralho à 4 pra depois chegar um "Cidadão" que levou 5 anos pra terminar o segundo grau e se acha o fodão porque tudo que conseguiu foi um emprego na oficina da esquina e altera todo o veiculo porque acha “Style”? Francamente, tenho pena de quem concorda com este tipo de atitude.
O que é pior, agora esse mesmo cara que levou os 5 anos pra terminar o 2° grau e que tem como única “habilidade” na vida fazer racha (já viu alguém rebaixar carro se não for pra fazer racha?) e pôr a vida dos outros em risco está amparado pela lei enquanto o cara que só quer fazer um happy hour com os amigos na sexta tem que voltar pra casa com o asterisco na mão de medo de blitz....
Sério, quanto mais eu presto atenção nestes projetos públicos atuais, mais eu vejo que fim terá este país... Taí um bom projeto pra quando eu dominar o mundo... Para trabalhar em qualquer órgão público será exigido um Q.I. de, no mínimo, 50 (mais que isso seria pedir demais né?).
Ps: em homenagem ao comentário maldoso do Hiel no ultimo Post, este aqui foi feito no Word para evitar falha ortográficas, a partir de agora, qualquer reclamação, favor reportar-se à Microsoft... heueheueheuh.
See ya...
Publicado por Fabão às 14:21 2 comentário(s)
Em: Histórias
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Cara Nova...
Salve, salve meus caros leitores e minhas queridas bolas de Feno...
heuheueheueh
Como devem ter percebido, na última semana, novamente, desapareci do blog, posso começar relatando que tive alguns problemas técnicos na semana retrasada quando decidi mudar o layout do blog (aquele padrão do blogspot estava me irritando), porem os layouts que eu escolhi não encaixaram, ae eu perdi os wigdjets da barra lateral, foi uma bagunça que necessitaria de um pequeno tempo para ser comcertada, tempo o qual não me dispus na ultima semana devido à entrega e defesa do meu trabalho final de Banco de Dados.
Chegamos então ao segundo ponto, estive sem tempo graças À faculdade, Pelo menos a correria compensou e eu passei em tudo sem reconstrução... ou seja... uma semana à mais de férias... Niiice... segundo ponto da falta de tempo... um projeto... digamos... "*Inteligentíssimo" do diretor do meu departamento (eu ei que não é ético criticar o chefe, mas to com isso entalado na garganta), que me toma todo o tempo (É.. quase não entreguei meu trabalho final por causa das ideias de girico dele), até mesmo meus sabado, e pior... nem pra me deixar um pc ele teve capacidade.
Resumindo, agora eu sou um estagiario com um contrato de 40 horas semanais, que trabalha 44 e recebe por 22...
Como diria Borat... Niiiiice....
Tah, mas chega de Reclamação que já tá virando post de Miguxo isso aqui... heueheuh
Como devem ter visto, o Blog, pelo menos, mudou de cara nesse tempo... Ainda é um layout feito por outra pessoa, mas juro que até a versão 2.0 o layout será meu, só tenho que aprender XML até lá heueheueheuh...
Até que achei legalzinho este aqui, com um espaço pra Post maior que o antigo (é Hiel, agora não preciso mais ficar mudando a tag do Youtube heueheuhue)e uma barra lateral mais organizada... só falta descobrir como alterar aquela imagem abaixo do título... Não que ela seja feia, mas quero algo escolhido por mim heueheuheueh....
no mais... peço desculpas pela critica da semana passada e adiant que a desta semana ira atrasar, provavlemente hoje a noite já que a tarde estarei sendo um funcionario muito feliz e de3dicado ao tal projeto ... hrrrrr
See Ya...
Publicado por Fabão às 11:26 1 comentário(s)
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Crítica 05 - The Spiderwick Chronicles
"Do not dare to Read this Book..."
2008
Elenco:
Freddie Highmore .......... Jared Grace / Simon Grace
Sarah Bolger .............. Mallory Grace
David Strathairn .......... Arthur Spiderwick
Seth Rogen ................ Hogsqueal
Martin Short .............. Thimbletack
Nick Nolte ................ Mulgarath
Mary-Louise Parker ........ Mrs. Grace
Joan Plowright ............ Lucinda Spiderwick
Como seria de se esperar de um filme proiduzido pela Nickelodeon, a trama dirigida por Mark Waters volta-se ao publico infantil, o que não lhe tira o brilho, se o que voce deseja é sair um pouco da realidade em uma trama leve e sem precisar queimar muitos neuronios, a pelicula permanece recomendável.O filme começa com Arthur Spiderwick selando um livro escrito por ele próprio, parecendo tenso e perseguido, porém, logo em seguida, a história pula 80 anos, e vemos a família Grace, que possuem um parentesco proximo com os Spiderwick, mudando-se para a velha casa de Arthur, a Familia Grace é toda problemática no sentido de seus relacionamentos, os gêmeos Simon e Jared são o oposto um do outro, sendo o primeiro um pacifista assumido e o segundo o "encrenqueiro" da família, a irmã mais velha Mallory, tem um complexo,compartilhado por sua mãe, de colocar a culpa de tudo em Jared, nunca se importando com os argumentos do garoto.
É de se imaginar que o protagonista, e estopim de toda a confusão, seja Jared, quando o culpam por um desmoronamento na parede da sala, que acaba por revelar um velho elevador de comida, mandam o garoto liompar toda a bagunça, sendo que ele encontra o vleho livro de Arthur que, ao ter o selo retirado, chama a atenção de todas as criaturas mágicas da região, inclusive dos famigerados Goblise de seu chefe, o Ogro Mulgarath, que deseja o conhecimento, depositado por Arthur em seu tomo, para destruir todas as outras criaturas mágicas.
Não se pode ser muito crítico para um filme com um apelo tão infantil, então, como dito no início do texto, trata-se de algo para deixar sua mente descansar um pouco e apenas se divertir, tirando o fato de, em determinado ponto da história, o espectador ter vontade de espancar a personagem Mellorie, não se pode dizer que Sarah Bolger não fez um bom trabalho ao interpretar a irmã chata. A interpretação de Freddie Highmore no papel dos Gêmeos também é digna de noota. Porém, a grande reverência nesta produção se deve à equipe dos efeitos especiais, para um filme com tantos seres de fantasia que não estrapola em efeitos que não se encaixam na cena e no qual não percebemos que os gemeos são interpretados pelo mesmo ator até que se leia o casting a equipe, realmente, merece ser citada, também pontuando a beleza estética dos efeitos.
Nota do Editor (0-10): 6 (Entretenimento para uma Sessão da Tarde)
Trailer:
Publicado por Fabão às 13:08 1 comentário(s)