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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Crítica 07 - Transformers: Revenge of the Fallen

Transformers: A Vingança dos Derrotados (Transformers: Revenge of the Fallen)
"I am Optimus Prime, Leader of the Autobots!"
2009



Elenco:

Shia LaBeouf......... Sam Witwicky
Megan Fox............ Mikaela Banes
Josh Duhamel......... Major William Lennox
Tyrese Gibson........ Robert Epps
John Turturro........ Seymour Simmons
Ramón Rodríguez...... Leo Spitz

(Vozes)

Peter Cullen......... Optimus Prime
Hugo Weaving......... Megatron
Tony Todd............ Fallen
Reno Wilson.......... Mudflap
Tom Kenny............ Skids

Filme dirigido pelo gênio da adaptação Cinematográfica Michael Bay, narra a continuação do filme de 2007 onde, após 2 anos da derrota de Megatron, o primeiro dos Decepticons, Fallen, direciona seus olhos à Terra, um planeta que já tentara invadir milênios atrás e foi mal-sucedido.

Trata-se de uma película de ação pura, onde, apesar de haver um enredo principal, toda a história se resume à desculpas para levar há belas cenas de destruição, explosões e pancadaria de robô (E Megan Fox).

Nesta seqüência vemos um Optimus amadurecido, deixando de lado a filosofia do primeiro longa de “Não podemos agir de maneira a ferir os humanos”, para uma filosofia voltada ao fato de que está havendo uma Guerra neste planeta, originada da cultura de Cybertron, e esta deve ser erradicada a qualquer custo.

Também há ressalva para os humanos, enquanto raça, neste filme. Estes deixaram de ser meros habitantes indefesos que precisam da proteção dos Autobots para montar uma verdadeira linha de combate especializada em enfrentar Decepticons.

O filme conta, também, com ótimas pitadas de humor, quase sempre oferecidas pela dupla cômica do filme, Leo Spitz e Seymour Simmons, muito bem interpretados pelos atores Ramón Rodríguez e John Turturro.
Bem como pela dupla de Autobots gêmeos Mudflap e Skids; sem esquecer do sarcasmo típico do personagem principal e das sacadas sádicas de seu parceiro BumbleBee.

Temos, novamente, um elenco encabeçado pela ótima interpretação dos atores jovens Shia LeBouf e Megan Fox, esta, mais bela do que nunca. Não sobrando motivos para não recomendar o longa. Tendo que este cumpre o que prometeu desde a criação de seu roteiro, ou seja, ação desenfreada encabeçada por robôs gigantes. Não decepcionando em nenhum quesito a que se propôs.

Nota do Editor (0 – 10): 8 (Altamente Recomendado).

Trailer:

sábado, 12 de julho de 2008

Crítica 06 - Kung Fu Panda

Kung Fu Panda (Kung Fu Panda)
“You Just Need Believe"
2008


Vozes (Inglês):

Jack Black .......... Po
Dustin Hoffman ...... Mestre Shifu
Angelina Jolie ...... Tigresa
Jackie Chan ......... Macaco
Lucy Liu ............ Serpente
David Cross ......... Garça
Seth Rogen .......... Louva-a-deus
Ian McShane ......... Tai Lung
Dan Fogler .......... Zeng
Randall Duk Kim ..... Mestre Oogway
James Hong .......... Ping
Michael Clarke Duncan .... Comandante Vachir

Animação produzida pelos estúdios DreamWorks que conta com a direção da dupla John Stevenson e Mark Osborne. Conta a história de Po, um panda desastrado e sonhador que vive e trabalha na loja de macarrão de seu pai, o ganso Ping.

Com esta idéia inicial pode-se supor o bom e velho clichê de filmes de artes marciais, “garoto desajeitado e sonhador conhece um mestre que o transforma num guerreiro imbatível”. Porém, Kung Fu Panda vai além disso, o filme tem humor, profundidade, clímax, uma história envolvente e personagens carismáticos, cada um com uma personalidade bem definida.

Como já dito, o longa, trata da história de Po, que de repente passa, de um desajeitado garçom de macarrão ao pretenso “Dragão Dourado”, o guerreiro que salvaria todo seu vale da fúria do temido leopardo Tai Lung. Ao entrar de forma “não usual” em um apresentação dos “Cinco Furiosos”, os discípulos do mestre Shifu, o panda acaba sendo escolhido pelo sábio mestre Oogway para, com o treinamento de Shifu, tornar-se um hábil guerreiro e cumprir uma missão épica.

O filme traça muito bem toda esta passagem do protagonista, de rejeitado a herói, focando muito bem cada detalhe, desde a rejeição inicial de Shifu ao treinamento por achá-lo indigno, passando pela revolta de seus companheiros de treino por tê-los tomado o título pelo qual tanto treinaram, bem como, em certo momento, a descrença do próprio Pó em si mesmo, chegando à um fim épico e com uma sábia mensagem sobre superação e força de vontade.

Não que seja o melhor filme que eu tenha visto, porém, abstraindo-se do preconceito pela temática infantil adotada pela animação, trata-se de um ótimo filme, como já dito, com história, profundidade e clímax; sendo o balanço entre estes três conceitos que dá ao longa o merecido sabor de missão cumprida.

Nota do Editor (0-10): 10 (Clássico).

Trailer:

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Crítica 05 - The Spiderwick Chronicles

As Crônicas de SpiderWick (The Spiderwick Chronicles)
"Do not dare to Read this Book..."
2008


Elenco:

Freddie Highmore .......... Jared Grace / Simon Grace
Sarah Bolger .............. Mallory Grace
David Strathairn .......... Arthur Spiderwick
Seth Rogen ................ Hogsqueal
Martin Short .............. Thimbletack
Nick Nolte ................ Mulgarath
Mary-Louise Parker ........ Mrs. Grace
Joan Plowright ............ Lucinda Spiderwick


Como seria de se esperar de um filme proiduzido pela Nickelodeon, a trama dirigida por Mark Waters volta-se ao publico infantil, o que não lhe tira o brilho, se o que voce deseja é sair um pouco da realidade em uma trama leve e sem precisar queimar muitos neuronios, a pelicula permanece recomendável.

O filme começa com Arthur Spiderwick selando um livro escrito por ele próprio, parecendo tenso e perseguido, porém, logo em seguida, a história pula 80 anos, e vemos a família Grace, que possuem um parentesco proximo com os Spiderwick, mudando-se para a velha casa de Arthur, a Familia Grace é toda problemática no sentido de seus relacionamentos, os gêmeos Simon e Jared são o oposto um do outro, sendo o primeiro um pacifista assumido e o segundo o "encrenqueiro" da família, a irmã mais velha Mallory, tem um complexo,compartilhado por sua mãe, de colocar a culpa de tudo em Jared, nunca se importando com os argumentos do garoto.

É de se imaginar que o protagonista, e estopim de toda a confusão, seja Jared, quando o culpam por um desmoronamento na parede da sala, que acaba por revelar um velho elevador de comida, mandam o garoto liompar toda a bagunça, sendo que ele encontra o vleho livro de Arthur que, ao ter o selo retirado, chama a atenção de todas as criaturas mágicas da região, inclusive dos famigerados Goblise de seu chefe, o Ogro Mulgarath, que deseja o conhecimento, depositado por Arthur em seu tomo, para destruir todas as outras criaturas mágicas.

Não se pode ser muito crítico para um filme com um apelo tão infantil, então, como dito no início do texto, trata-se de algo para deixar sua mente descansar um pouco e apenas se divertir, tirando o fato de, em determinado ponto da história, o espectador ter vontade de espancar a personagem Mellorie, não se pode dizer que Sarah Bolger não fez um bom trabalho ao interpretar a irmã chata. A interpretação de Freddie Highmore no papel dos Gêmeos também é digna de noota. Porém, a grande reverência nesta produção se deve à equipe dos efeitos especiais, para um filme com tantos seres de fantasia que não estrapola em efeitos que não se encaixam na cena e no qual não percebemos que os gemeos são interpretados pelo mesmo ator até que se leia o casting a equipe, realmente, merece ser citada, também pontuando a beleza estética dos efeitos.

Nota do Editor (0-10): 6 (Entretenimento para uma Sessão da Tarde)

Trailer:

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Crítica 04 - The Reaping

Colheita do Mal (The Reaping)
“What Hath God Wrought?”
2007


Elenco Principal:

Hilary Swank ----------- Katherine Winter
Anna Sophia Robb ------- Loren McConnell
Idris Elba ------------- Ben
Stephen Rea ------------ Padre Costigan
David Morrissey -------- Doug

Crítica:

Neste ótimo filme de Stephen Hopkins, acompanhamos a história da investigadora de milagres Katherine Winters, que fora uma médica voluntária, junto com seu marido, em uma aldeia no deserto, porem, após um homem da tribo assassinar brutalmente seu marido e filha em nome de Deus, a mesma tornou-se cética em todos os sentidos, passando a dedicar sua vida, junto com seu parceiro Ben, à caçar pretensos milagres, comprovando sua inveracidade.

A trama se desenrola quando Katherine recebe a visita de Doug, um professor de ciência de uma cidadezinha chamada Haven, a qual estaria sendo assolada pelas 10 pragas bíblicas do Anjo da Morte, levando a dupla de investigadores à cidade.

Filme com uma trama surpreendente, marcado pela jogada do diretor de realizar um filme de suspense, quase que totalmente gravado em locais abertos e com cenas claras, contrariando a tradição de cenas escuras e difíceis de visualizar, porém, receita esta que dá um novo tempero à película, criando um clima novo e mantendo a variável do suspense, o que prende o telespectador ao que pode acontecer na próxima cena.

Apreensão, esta, não devida apenas ao suspense, pois a história também o mantém vidrado à tela aguardando o que está por vir na trama.

Filme com uma história envolvente, final surpreendente e ótimas interpretações de todos os atores envolvidos, das quais, ainda, pode se destacar a atuação de Anna Sophia Robb, como a jovem Loren McConnell, com o equilíbrio perfeito entre historia e suspense, ainda salvo pelo fato do filme revelar seus segredos gradualmente e nos momentos corretos

Nota do Editor (0-10): 8 (Altamente Recomendado)

Tralier:

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Crítica 03 - The Forbidden Kingdom

The forbidden Kingdom (O Reino Proibido)
"Learn the Form, but Seek the Formless..."
2008


Elenco:
Michael Angarano ---- Jason Tripitikas, O Viajante
Jackie Chan --------- Lu Yan, O Bêbado Imortal / Hop, O Ancião da Loja de Penhôres
Jet Li ----------------- Rei Macaco Sun Wukong / O Monge Calado
Collin Chou --------- General de Jade
Liu Yi Fei ------------ Canário Dourado
Li Bingbing Ni-Chang -- Bruxa Branca




Filme Dirigido por Rob Minkoff, tem sua trama focada no clássico da literatura chines "Viagem ao Oeste", que conta a história do Rei Macaco Sun Wukong, porém, sem perder o vleho "Toque de Midas" da indústria cinematográfica Hollywoodiana.

O protagonista, e estopim de toda a aventura, em si já é um bom e velho clichê de filmes adolescentes de ação, Jason Tripitikas, é um jovem suburbano, obsecado por filmes de Artes Marciais, humilhado pelos valentões do bairro e sem muita sorte com garotas.

Freqüentador Assíduo da loja de penhôres do velho Hop, um dia ele encontra um velho bastão em uma sala reclusa do local, o velho lhe explica que o artefato está na loja desde a época de seu avô, e que aguarda pelo homem que o reivindicará e o levará ao seu verdadeiro dono. Logo em seguida o garoto é atacado por uma gangue local que o obriga à compactuar com o roubo da loja, no momento do crime Hop é baleado e pede que Jason fuja com o bastão e o entregue ao verdadeiro dono.

Quando é cercado em um telhado, o garoto cai e é "misteriosamente" transportado ao "reino Proibido, onde é salvo por Lu Yan, que lhe conta a história do bastão, que era a arma do imortal conhecido como "Rei Macaco" que, nascido das pedras das montanhas, veio ao mundo para desafiar a opressão do Imperador de Jade, porém, fora traído pelo mesmo durante seu duelo e transformado em pedra, conseguindo, apenas, lançar sua arma ao mundo mortal para que, quando a tivesse novamente, pudesse retomar sua forma e subjulgar o Imperador.

A grande promessa do filme, desde o início de seu marketing, sempre foi juntar os ícones das artes marciais, Jet Li e Jackie Chan, sendo o primeiro filme a fazê-lo, porém, em determinado momento da película, vemos o filme mais focado nos atores do que em seus próprios personagens, com cenas previsíveis como a luta entre Lu Yen e o Monge Calado, e a disputa de ambos pelo treinamento de Jason, finalizando coma relação "Gimli - Legolas" de personagens que rivalizam durante uma parte da história e tornam-se amigos inseparáveis em outra.

Salvo pela interpretação de Michael Angarano e a coreografia de lutas dos veterano Chan e Li, trata-se de um filme sem maiores atrativos, que revela sua trama logo no início e com todos os fatos extremamente explicados, sem deixar quase nada impplícito, finalizando com uma overdose de efeitos especiais. Vale à pena unicamente para sair um pouco da realidade com uma lenda de fantasia e alguma comédia batida.

Nota do editor (0-10): 5 (Por sua conta e Risco)

Trailer:

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Crítica 02 - Idiocracy

Idiocracia (Idiocracy)
"Lead, Follow or Get Out the Way!"
2006


Elenco Principal:

Luke Wilson --------------------- Joe Bauers
Maya Rudolph -------------------- Rita
Dax Shepard --------------------- Frito Pendejo
Terry Crews --------------------- Presidente Dwayne Elizondo Mountain Dew Herbert Camacho
Brendan Hill -------------------- Secretário de Energia
David Herman -------------------- Secretário de Estado
Sara Rue ------------------------ General Attorney
Justin Long --------------------- Dr. Lexus
Michael McCafferty -------------- Oficial Collins
Scarface ------------------------ Upgrayedd
Jerry Conerly ------------------- Tylenol Jones

Sinopse:

A primeira vista, a trama do filme não passa de um clichê de ficcção. Joe Bauers é um homem do exército americano, designado como cobaia de um experimento secreto onde deveria ficar congelado por um ano e depois acordar sem nenhum efeito colateral provando a eficiencia do programa, porém, algo dá errado e o programa é arquivado, sendo que ele acorda 500 anos mais tarde e depara-se com uma sociedade caótica.

Porém, a grande sacada do filme está na "evolução", ou, neste caso, regressão à qual a sociedade passa nestes 500 anos, Joe, que é escolhido por ser a pessoa mais mediana encontrada pelo exército, ao acordar, percebe ser o ser humano mais inteligente do planeta.

O atrativo do filme está exatamente neste background, onde, explica-se o fato de, no século XXI em diante, pessoas de alto Q.I. acabam por gerar um, dois, ou nenhum filho, enquanto pessoas de Q.I. reduzido proliferam seus genes pelo mundo. Sendo que quanto mais o tempo avança, mais o mundo é dominado pela cultura de rua, tanto que, no começo da história, Joe não consegue nem se comunicar, pois ninguem entende sua fala sem gírias.

Em um mundo onde leitura e arte são inaceitáveis socialmente, não é surpresa que a sociedade esteja cheia de problemas, como falta de alimentos, tempestades de poeira e avalanches de lixo. Então que a aventura do filme é baseada no fato de que, após ser considerado o homem mais inteligente do mundo, através de um teste de Q.I. sem nenhuma complexidade, Joe é convocado pelo Presidente dos Estados Unidos, Camacho, para solucionar os problemas de seu país.

Filme dirigido por Mike Judge, com ressalvas às interpretações de Dax Shepard e Terry Crews, não representa um grande sucesso por seu humor batido e, em alguns momentos, forçado. Porém, sem nenhum motivo para ser considerado um filme ruim, acaba por ser um filme recomedável pela teoria de Regressão que apresenta e fundamenta.

Nota do Editor(0-10): 6 (Entretenimento para uma Sessão da Tarde)

Trailer:

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Crítica 01 - Bridge to Terabithia

Ponte para Terabítia (Bridge to Terabithia)
"Keep Your Mind Wide Open"
2007


Elenco Principal:

Josh Hutcherson ----------------- Jess Aarons
AnnaSophia Robb ----------------- Leslie Burke
Lauren Clinton ------------------ Janice Avery
Zooey Deschanel ----------------- Miss Julia Edmunds
Jen Wolfe ----------------------- Mrs. "Monster Mouth" Myers
Robert Patrick ------------------ Jack Aarons
Kate Butler --------------------- Mary Aarons
Devon Wood and Emma Fenton ------ Brenda e Ellie Aarons
Bailee Madison ------------------ Maybelle Aarons
Grace Brannigan ----------------- Joyce Ann Aarons
Cameron Wakefield --------------- Scott Hoager
Latham Gaines ------------------- Bill Burke
Judy McIntosh ------------------- Judy Burke

Sinopse:

Filme Dirigido por Gábor Csupó, baseado no livro Homônimo escrito pela americana Katherine Paterson em homenagem a Lisa Hill, uma amiga de seu filho David Paterson.

Na história somos apresentados à Jess Aarons, um garoto interiorano, unico filho homem entre 5 filhos. Com problemas na familia, Contenção de despesas, Cobranças parentais, indiferença das irmãs mais velhas e também tendo de cuidar da irmãzinha mais nova Maybelle, Jess ainda enfrenta problemas na escola, onde é constantemente perturbado por fanfarrões como Scott Hoager e Janice Avery.

A história toma foco com a chegada de uma nova aluna à escola, Leslie Burke, coincidentemente visinha de Jess, a novata também começa a ser perturbada na escola, porem, reagindo sempre com bom humor. Logo os dois tornam-se amigos e começam utilizar-se da imaginação como válvula de escape para os problemas mundanos, sendo que Leslie gosta de escrever contos ficticios e Jess dedesenhar. Eles então descobrem um bosque proximo à suas casas, onde fundam o reino Fantasioso de Terabithia.

Desde então vemos como os amigos enfrentam os problemas do mundo real em seu mundo fictício, trazendo de lá a solução e superando seus obstáculos.

Ótimo filme de aventura, com ressalvas às perfeitas interpretações dos atores jovens, como Josh Hutcherson, AnnaSophia Robb e Bailee Madison. Possui uma história envolvente, um final surpreendente e personagens cativantes.

Nota do Editor(0-10): 8 (Altamente Recomendado)

Trailer: